Reforma política como reforma eleitoral

a dimensão persistente

Autores

  • Glauco Peres da Silva USP

Resumo

Embora seja um tema recorrente no debate público brasileiro, a reforma política teve motivações diferentes após 1988: primeiro, era necessária para trazer governabilidade ao país; atualmente, é fundamental para melhorar a qualidade da representação. Em comum, a alteração das regras eleitorais. Cabe perguntar qual a extensão das alterações dessas regras sobre a representação parlamentar? O texto analisa as propostas levadas à votação no plenário – voto distrital e o “distritão” –, comparando-as com a atual regra proporcional de lista aberta. Conclui-se que as alterações propostas não parecem capazes de superar as dificuldades apontadas. Se há problemas no sistema político brasileiro, as sugestões trazidas à votação na Câmara não parecem ser a solução.

Biografia do Autor

Glauco Peres da Silva, USP

Professor do Departamento de Ciência Política da USP.

Downloads

Publicado

2015-01-26

Como Citar

Silva, G. P. da. (2015). Reforma política como reforma eleitoral: a dimensão persistente. Revista Parlamento E Sociedade, 3(4), 37–52. Recuperado de https://parlamentoesociedade.emnuvens.com.br/revista/article/view/55

Edição

Seção

Artigos