Mapeando a competição

padrões de votação em São Paulo entre 2008 e 2016

Autores

  • Graziele Silotto Universidade de São Paulo

Resumo

Em que termos a competição partidária pela prefeitura de São Paulo se organiza? Analistas (Limongi e Mesquita, 2008), desde 1988 até, pelo menos, 2004, são contundentes em afirmar que a disputa se dá consistentemente entre os extremos do espectro ideológico. Ou seja, a competição da prefeitura da cidade se daria entre os polos opostos de um continuum no qual se poderia alocar os partidos que travam a disputa. Esses polos seriam representados, de um lado, por partidos de esquerda, e de outro, pelos partidos de direita. O centro teria sido viável em 1985, mas seu papel foi sendo, ao longo do tempo, esvaziado como uma consequência da incapacidade do PMDB em se postular ao longo das eleições (ver Meneguello & Bizzarro Neto, 2012). Mas quem são os eleitores que votam em cada oposto do espectro? Como eles se distribuem?. [...]

Biografia do Autor

Graziele Silotto, Universidade de São Paulo

Graziele Silotto é mestre e doutoranda em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Atua como pesquisadora no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e no Núcleo de Estudos Comparados e Internacionais (Neci-USP).

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Publicado

2017-01-05

Como Citar

Silotto, G. (2017). Mapeando a competição: padrões de votação em São Paulo entre 2008 e 2016. Revista Parlamento E Sociedade, 5(8), 97–123. Recuperado de https://parlamentoesociedade.emnuvens.com.br/revista/article/view/37

Edição

Seção

Artigos